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Plano

Escritório Plus

R$999/mês

plano anual · 12 parcelas mensais

no cartão de crédito, R$ 1.048,95/mês (+5%)

Os planos Escritório e Escritório Plus têm um Contrato de Assinatura, aceito na contratação e enviado em PDF: a Bio Rio trata os dados dos seus clientes como operadora, só para gerar os laudos, com vedação expressa de prospecção, cessão, estatística e treinamento de IA; a carteira é sigilosa; os laudos saem com a sua marca e são seus; e há foro e limite de responsabilidade definidos. Ler o Contrato de Assinatura.

Contratação por 12 meses · renovação automática

O Escritório sem teto mensal. Plano anual, em doze parcelas. Para a consultoria que precisa colocar uma carteira inteira em dia e depois entrar em regime, sem contar laudo.

Um laudo é um imóvel inteiro, não um mapa

É a dúvida mais comum. Cada laudo cobre uma propriedade e sai como um documento com mais de 30 análises, conforme o imóvel, e 18 mapas temáticos desenhados sobre o polígono daquele imóvel — uso do solo, relevo, solos, água, Reserva Legal, APP, rede elétrica, mineração e os demais —, mais a série histórica de satélite e os arquivos para abrir no QGIS ou no Google Earth.

Para quem é

  • Consultorias com carteira de centenas de imóveis
  • Quem tem demanda reprimida a regularizar nos primeiros meses
  • Escritórios com volume mensal acima de sessenta imóveis

O que está incluído

  • Laudos sem limite mensal — a cota deixa de existir, e cada imóvel continua recebendo os 18 mapas próprios dele
  • Tudo o que o Escritório inclui, sem exceção: projeto QGIS editável, as três folhas A3, a conferência da supressão pós-2008, a marca do seu escritório, os links diretos para o seu cliente e três usuários na mesma conta
  • Prioridade na fila de geração: os pedidos deste plano são atendidos antes

O que não está incluído

  • Não inclui laudo com ART — é sob consulta, como nos demais planos
  • Não inclui atendimento ao seu cliente final em nome da Bio Rio

O que vem dentro de cada laudo

Cada bloco fecha uma pergunta inteira antes de o seguinte começar.

Identificação e síntese

O que é o imóvel e onde estão os problemas, antes de qualquer detalhe.

  • Capa com imagem de satélite de 2 m do próprio imóvel
  • Diagnóstico executivo: os achados que mudam decisão, em uma folha
  • Análise de risco, com o que está conforme e o que está pendente

Onde fica e como se chega

Localização, acesso e a infraestrutura que serve a área.

  • Mapa de localização e contexto regional
  • Conferência de que o perímetro está no município e na UF em que o CAR foi inscrito
  • Infraestrutura e logística: estradas, distâncias, escoamento
  • Rede de distribuição elétrica sobre o imóvel (BDGD/ANEEL), na Bahia, em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, no Paraná, no Piauí, no Rio de Janeiro e no Tocantins

O que a propriedade produz hoje

Uso atual do solo e o histórico que explica como se chegou nele.

  • Linha do tempo de uso do solo, com 6 cenas de satélite do fim dos anos 1980 a 2025, cada uma no satélite mais fino disponível — SPOT de 20 m nos anos 1980 e 1990 e até 2,5 m em 2008, onde há cena
  • O imóvel em 2008, o ano do marco do Código Florestal: imagem de 5 a 10 m com a data da cena e, onde houver, uma segunda cena de 2,5 m anterior a 22/07/2008
  • Uso e cobertura do solo classificados (MapBiomas)
  • Pastagem, agricultura e vigor da vegetação (NDVI)
  • Irrigação: pivôs centrais e segunda safra, onde há lavoura no imóvel

Meio físico — o que o terreno permite

Relevo, solo e a aptidão que decorre deles.

  • Altitude e topografia, com isolinhas
  • Solos (EMBRAPA) e aptidão agrícola
  • Suscetibilidade à erosão

Clima e água disponível

Quanta água chega, com que regularidade, e o que existe de corpo d'água.

  • Precipitação: normal climatológica e o ano corrente
  • Histórico de seca
  • Recursos hídricos: outorgas e barragens na região

Vegetação e passivo ambiental

O que a lei exige preservado e o que os alertas oficiais registram.

  • Reserva Legal e APP medidas sobre o perímetro: a área registrada no CAR e o que há dentro dela — vegetação nativa, uso antrópico e água
  • Desmatamento depois do marco de 22/07/2008: alertas validados (MapBiomas Alerta), polígonos do PRODES/INPE e a conversão detectada na série anual do MapBiomas, cruzada com a autorização de supressão onde o estado a publica com geometria
  • Em Minas Gerais, a base de referência que o IEF usa para analisar o CAR: APP por curso d'água e nascente, vegetação nativa de 2008 e de hoje e área consolidada
  • Em Goiás, os dois marcos de supressão lado a lado: o imóvel antes de 22/07/2008, antes de 27/12/2019 (Lei estadual 21.231/2022) e hoje, no mesmo enquadramento, com cada polígono de supressão pós-2008 numerado e classificado pelo período
  • Histórico de incêndios: área queimada, focos de calor, se o imóvel consta dos editais de notificação preventiva de incêndio do IBAMA e se há proibição estadual do uso do fogo em vigor na data do laudo

Atos do órgão ambiental sobre este imóvel

O que o poder público já decidiu a respeito da área.

  • Outorga de uso da água
  • Intervenção ambiental e licenciamento, quando a UF publica
  • Autorização de supressão de vegetação e, em Mato Grosso do Sul, de corte de árvores nativas isoladas
  • Camadas do órgão estadual, nos estados já integrados
  • Área de uso restrito por declividade entre 25º e 45º, onde a lei veda converter novas áreas, e encosta acima de 45º, que é APP — medidas no modelo de elevação
  • Restrição que a norma estadual impõe pela localização do imóvel — em Mato Grosso do Sul, o regime da Área de Uso Restrito da Planície Pantaneira, o zoneamento ecológico-econômico e as áreas de uso restrito de bacia
  • Zoneamento da Área de Proteção Ambiental em que o imóvel se insere, onde o plano de manejo está publicado — a zona fixa os usos admitidos e as normas que o licenciamento observa
  • Cavidade natural subterrânea registrada no cadastro nacional (CANIE/CECAV), cuja proteção alcança a área de influência — o grau de relevância, que define o regime, se apura por estudo específico e não consta do cadastro
  • Área de restrição e controle de água subterrânea — em Minas Gerais, onde o IGAM as declarou, a perfuração de poço tubular novo e a outorga correspondente ficam suspensas, e o poço já existente se regulariza por processo único

Limites, sobreposições e áreas protegidas

Quem mais reivindica o mesmo chão, e o que restringe o uso.

  • Georreferenciamento certificado pelo INCRA (SIGEF e SNCI), com a área certificada como área do imóvel onde ela existe
  • Sobreposição com vizinhos do SICAR, inclusive de outra UF, assentamentos e comunidades tradicionais
  • Unidades de conservação pelo que a categoria permite — se a terra pode seguir privada —, terras indígenas e quilombolas
  • Embargos e autos de infração federais de flora e de unidade de conservação (IBAMA/ICMBio) sobre o perímetro e, no Pará, o embargo estadual da Lista de Desmatamento Ilegal da SEMAS
  • Processos minerários (ANM/SIGMINE), cavidades e sítios arqueológicos

Valor e financiabilidade

A leitura econômica, depois de tudo que a condiciona — e não antes.

  • Produção e mercado do município (IBGE): as culturas pelo valor da produção, com área, rendimento, preço médio recebido — por tonelada e por saca — e valor bruto por hectare; pecuária, leite e silvicultura. Médias do município, com as culturas que o imóvel tem destacadas
  • Vazio sanitário e calendário de semeadura da soja, do algodão e do feijão no município, pelas normas do MAPA e dos órgãos estaduais de defesa agropecuária, com a fase em que o município está na data do laudo
  • Valor da terra nua de referência
  • Crédito rural pela Seção 2-9 do Manual de Crédito Rural: CAR, embargo, Cadastro de Empregadores e a supressão posterior a 31/07/2019 no PRODES, com a data em que o banco passa a conferi-la para a faixa do imóvel e os documentos que a afastam; e a atividade mais financiada no município (SICOR/BCB)
  • EUDR, o regulamento europeu antidesmatamento: a floresta de 2020 convertida em uso agropecuário depois do corte, o PRODES desde 2021, a geolocalização exigida e as commodities da lista europeia presentes no imóvel

Documentação e procedência

De onde veio cada número, com a data da consulta.

  • Fonte citada em cada tema, folha a folha
  • Selo de autenticidade: um QR code na capa leva à página do Geoportal que confirma de qual imóvel e de quando é o laudo, e se o PDF é o original
  • A data-base dos cadastros consultados: até quando cada um alcança, ou a edição publicada
  • Pacote de exportação: KML e shapefile por camada

Prancha do imóvel em três folhas A3

3 folhas A3 (420 × 297 mm) num PDF vetorial

A propriedade em três plantas — o uso do solo que o CAR declara, com a lavoura irrigada e a de sequeiro desenhadas, a rede hídrica e a imagem de satélite de 2 m —, prontas para imprimir, protocolar e anexar a processo.

É a peça que sai do relatório e vai para a mesa: serve de anexo em processo de licenciamento, de base para projeto, de apoio em negociação e de referência em campo. O laudo mostra a você o que existe na área; a planta é o que você apresenta a terceiros.

  • Três folhas: uso e cobertura declarado no CAR, com a lavoura irrigada e a de sequeiro onde houver, recursos hídricos e a planta sobre imagem de satélite CBERS-4A de 2 m, com data
  • Sai em A3 vetorial: amplia sem perder traço, e imprime em plotter no tamanho real
  • Quadrícula UTM cotada nas quatro bordas — dá para medir distância direto sobre a folha
  • Escala redonda da série cartográfica, do tipo que o órgão espera ver numa planta
  • Cada classe de uso com sua área em hectares e o percentual da propriedade
  • Norte, escala gráfica e numérica, mapa de situação, quadro de fontes e selo pela NBR 10068, com espaço de assinatura do responsável técnico
  • Onde há imagem de 2008 do imóvel, uma folha anexa com a propriedade no ano do marco do Código Florestal e as áreas declaradas no CAR por cima

Cada imóvel deste plano sai com a sua, como arquivo separado: você baixa o laudo em PDF, o KML, o shapefile e a planta.

Arquivos que acompanham o PDF

Cada laudo vem com um KML e um zip de shapefiles, um arquivo por camada, no sistema de referência de origem (SIRGAS 2000). Abre no QGIS e no Google Earth sem retrabalho de projeção. Só entram as camadas que de fato incidem sobre o imóvel — propriedade sem processo minerário não recebe um arquivo vazio de ANM.

  • Perímetro do imóvel (CAR/SICAR)
  • Reserva Legal, APP, servidão e pousio (SICAR)
  • Imóveis vizinhos e sobreposição com eles (SICAR)
  • Parcelas certificadas sobrepostas (SIGEF/INCRA)
  • Processos minerários (ANM/SIGMINE)
  • Aptidão agrícola (EMBRAPA)
  • Rede de distribuição elétrica (BDGD/ANEEL)
  • Alertas de desmatamento (MapBiomas Alerta)
  • Pivôs centrais de irrigação (ANA/Embrapa)
  • Uso do solo, lavoura irrigada e lavoura de sequeiro (MapBiomas, grade de 30 m)
  • Barragens (ANA/SNISB)

Perguntas

Sem limite é sem limite mesmo?

É. Não há cota mensal e não há cobrança por laudo excedente. O que existe é o tempo de geração: cada imóvel leva alguns minutos de processamento, e a fila atende um pedido por vez, com prioridade para este plano.

Posso começar no Plus e depois passar para o Escritório?

Pode. É o desenho pensado para quem tem demanda reprimida: os primeiros meses no Plus, para pôr a carteira em dia, e a troca para o Escritório quando o volume entrar em regime. A troca vale a partir do ciclo seguinte.

Ficou alguma dúvida que esta página não respondeu? Escreva para comercial@biorioconsult.com.br.

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